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reblog this ! em 16 de April (Via/Source) Notes .
Eu só queria saber me aproximar das pessoas e mantê-las comigo, pra sempre.
— Autor Desconhecido.  (via delator)
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Sabe, tem hora que da vontade de desistir de tudo, de deixar pra lá por você parecer não se importar, parecer não sentir nada. Eu sei, faz parte do ”não sei demonstrar” mas ta difícil aguentar a duvida de que tudo que cê disse foi ou não verdade.

Apesar da vontade de jogar tudo pro alto, de eu dizer e demonstrar que ta tudo pro alto, não tá, não da, a vontade de continuar é mil vezes maior que a de desistir, são momentos de desanimo, momentos que bate aquela vontade desolante de chorar, mas ai paro, respiro, e já me reaparecem cem motivos pra não te deixar. 

O tempo nunca foi um bom remédio, ele machuca, afasta, separa, o tempo da espaço pra um dos outros esquecer ou até mesmo desistir. 

Temos que aprender que nada é perfeito, ninguém é perfeito. Aquelas histórias de Hollywood em que casais são perfeitos, com pessoas perfeitas sem defeitos ou problemas não existe. Todos temos defeitos, defeitos são feitos para serem aceitados, tornarem as coisas emocionantes. O que é perfeito se torna chato, monótono, hostil. Na busca de pessoas perfeitas, a gente morre sozinho! Não há como mudar seus defeitos, seu jeito, não aceite que te peçam pra mudar, aceite que te aceitem assim como você é, porque assim já se torna o ”perfeito imperfeito”.

Defeitos dominam o passado, passado cheio de memórias, erros, arrependimentos, culpas, mágoas, lágrimas, saudade, lembranças, nostalgia. Cheio de tudo e cheio de nada, passado serve pra ficar no passado. Sei que as vezes ele te assola, te destrói, domina a mente de um jeito tão devastador que nem você mesmo percebe as atitudes que toma por causa dele. O erro as vezes não é o que parece, o erro pode ser uma pequena atitude de simplesmente sempre desistir, desistir de tudo por palavras mal interpretadas, por falta de tempo, por falta de insistir ou tentar solucionar problemas simples, por ouvir o que os outros te dizem e levar isso como razão.

Cê diz pra eu procurar o meu perfeito, mas não é o perfeito que eu quero. Amo esse perfeito imperfeito, tímido, misterioso, desligado, cabeça dura, alegre, divertido, preocupado, atencioso, delicado, carinhoso, paciente, acolhedor, gentil, engraçado, safado de um jeito fofo, não quero abrir mão de quem me faz dar os sorrisos mais sinceros nas horas mais inesperadas, de quem me faz feliz de verdade.

Se você soubesse a quantidade de caras que já tentaram me fazer feliz, pra quantidade que realmente conseguiu, ia perceber a diferença desoladora. Poucos tem o dom de me deixar bem, como poucos tem o dom de me fazer chorar. De uns trinta/quarenta, que seja, você é o terceiro que em tão pouco tempo, tão pouca convivência conseguiu roubar esse posto, e quando gosto tanto assim tão repentinamente, coloco igual intensidade, tudo acontece rápido de mais e acho que por isso sempre acaba rápido de mais também. E do mesmo jeito que os dois, tornou-se passado, devastador passado que nem consegui conhecer direito.

Sei que cê nunca vai ler, mas acho que nem quero que leia, sei que tu ainda gosta da sua ex e não vai conseguir sentir o mesmo por mim. Não quero forçar a sentir nada, sei que nāo vai ter volta. Acabou. Fim. Como sempre teve o fim.


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